O movimento de mercadorias nos portos do Continente atingiu um novo máximo em Janeiro com 7,3 milhões de toneladas, segundo os dados preliminares da Autoridade da Mobilidade e Transportes (AMT).

Porto de Sines

Na comparação com o mês homólogo de 2015, verificou-se um crescimento de 8,2%, alavancado pelos máximos de Sines, Aveiro e Leixões.

Sines cresceu 7,6% e, assim, terá atingido os 3,7 milhões de toneladas (tomando por referência os dados de 2015). Já Aveiro subiu 20% e terá ficado muito perto das 400 mil toneladas. (Leixões ganhou 13% e chegou aos 1,4 milhões de toneladas. E Viana do Castelo cresceu 59% até às 47 mil toneladas. Lisboa terá chegado aos 817 mil toneladas, a subir cerca de 10%.)

Setúbal ficou praticamente sobre a linha de água – cedeu 0,7% – com quase 652 mil toneladas movimentadas.A perder estiveram os portos da Figueira da Foz (menos 15,1%) e de Faro (menos 56,4%).

Os granéis sólidos deram o principal contributo para os resultados positivos do arranque de 2016, com um crescimento homólogo de 31,2% (terão ficado na casa dos 1,87 milhões de toneladas). A carga geral avançou 4,4% (para os 2,8 milhões de toneladas), com a carga contentorizada a subir 6,9% (até cerca dos 2,3 milhões de toneladas) e a carga ro-ro a crescer 33,8% (para cima das 72 mil toneladas). O regulador não menciona o comportamento dos granéis líquidos, que todavia terão ficado cerca dos 2,6 milhões de toneladas de há um ano.

No seu relatório sobre a actividade portuária em Janeiro, a AMT refere ainda o crescimento do número e da dimensão média dos navios que escalaram os portos do Continente.

 

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