Em Janeiro, os principais portos do Continente movimentaram 6,7 milhões de toneladas. Foi o segundo melhor Janeiro de sempre, 2,5% abaixo do mês homólogo de 2014. Setúbal continuou a ser o porto que mais cresce. Sines concentrou 52% das mercadorias.

Do total de 6,7 milhões de toneladas processadas em Janeiro, 2,7 milhões de toneladas respeitaram a carga geral (um crescimento homólogo de 4,4%) e 2,6 milhões de toneladas foram de granéis líquidos (um recuo de 6,9%), enquanto os granéis sólidos atingiram os 1,4 milhões de toneladas (menos 6,5%).

A supremacia da carga geral ficou a dever-se essencialmente ao aumento de 3,4% na carga contentorizada (para os 2,1 milhões de toneladas), mesmo se a carga fraccionada subiu 3,9% (até às 508 mil toneladas) e a carga ro-ro disparou 87,9% (para as 53,9 mil toneladas).

Apesar da quebra, ligeira, geral, nem todos os portos perderam cargas em Janeiro. Setúbal continuou a ser o porto que mais cresce, com um salto de 15,6% para as 652,4 mil toneladas, seguido da Figueira da Foz (mais 8,9% para as 175,5 mil toneladas) e de Sines (mais 2,7% até aos 3,5 milhões de toneladas).

Ao invés, Lisboa caiu 23,5% (para as 740 mil toneladas), Viana do Castelo recuou 13,6% (para 29,6 mil toneladas), Leixões perdeu 8% (para 1,3 milhões de toneladas) e Aveiro cedeu 6,9% (para 333,2 mil toneladas).

E, assim, Sines aumentou a sua importância relativa no contexto portuário nacional, processando 52% do total de mercadorias movimentadas nos principais portos do Continente. Leixões, o segundo maior porto, vale 19,1%, Lisboa fica-se pelos 11,1% e Setúbal já representa 9,8%.

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