Mais de 2,5 milhões de TEU passaram pelos portos nacionais entre Janeiro e Outubro. Desses, 1,2 milhões de TEU corresponderam a movimentos de transhipment. Sines reforçou a liderança, mas Lisboa foi quem mais cresceu.

Porto de Lisboa

Na comparação com o período homólogo, o crescimento foi de 13,6%. Mas entre os principais portos apenas Sines e Lisboa ganharam terreno. Sines somou 1,43 milhões de TEU (mais 18,3%) e Lisboa chegou aos 418 mil TEU (mais 35,2%),

Leixões cedeu 4,5% para 526 mil TEU e Setúbal recuou 2,3% para 129 mil TEU. Na Figueira da Foz contaram-se 20 mil TEU (mais 0,7%).

Na análise aos números, a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) destaca a importância dos 1,2 milhões de movimentos de transhipment, que representam 80% dos movimentos de Sines e quase 48% do total nacional.

No que toca aos restantes portos, a AMT sublinha a recuperação de Lisboa (que praticamente regressou ao nível de 2015), e explica as perdas de Leixões e Setúbal com o facto de os números de 2016 estarem empolados pelo desvio de cargas do porto da capital. Facto é que, refere o regulador, se Lisboa vale hoje praticamente o mesmo que em 2015, Leixões ganha 0,5% relativamente há dois anos e Setúbal melhorou 31%.

 

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