Portugal caiu dez posições, do 21.º para o 31.º  lugar, no Liner Shipping Connectivity Index (LSCI) da UNCTAD. A China mantém-se número um do ranking.
Portugal é 31.º no ranking da conectividade marítima da UNCTAD
Evolução dos países do top 10 desde a primeira edição do LSCI

A UNCTAD divulgou os resultados da nova edição do seu LSCI, ranking que mede a conectividade marítima de 178 países, considerando apenas o transporte marítimo de contentores.

A China repete a primeira posição (tem sido assim desde a primeira edição), com um score de 151,9 pontos, muito acima, portanto, dos 100 pontos base de referência.

Entre os dez países e territórios melhores classificados, a Ásia conta cinco representantes.  Além da China, são eles Singapura, Coreia do Sul, Malásia e Hong Kong.

Bélgica, Holanda, Reino Unido e Espanha ocupam a segunda metade do “top 10”, logo atrás dos EUA. De assinalar o regresso de Espanha, por troca com a Alemanha, que é agora 11.ª classificada.

Portugal ocupa a 31.ª posição neste ranking da UNCTAD, com um score de 47,14 pontos. Longe dos 60,24 pontos que em 2018 lhe garantiram o 21.º lugar. Mas essa pontuação foi, importa dizê-lo, excepcional. Este ano, Portugal surge imediatamente atrás do Panamá e à frente de Malta.

Seis critérios analisados

Na elaboração do ranking do índice da conectividade marítima, a UNCTAD considerou seis critérios, mais um que nas edições anteriores.

Os critérios levantados em conta foram o número de navios (de transporte de contentores) que escalaram os portos, o total de contentores movimentados, o número de companhias marítimas que escalam os portos, os serviços regulares disponíveis e o tamanho dos navios que demandam os portos.

Na edição deste ano foi considerado ainda o indicador dos serviços directos disponibilizados nos portos dos diferentes países.

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  1. luís pereira

    Portugal, por culpa exclusiva da MINISTRA DO MAR, é o pais da UE com pior competitividade no MAR o que não admira porque ANA PAULA VITORINO tem a pior execução do PROMAR em toda a UE demorou 4 anos a renegociar as concessões dos terminais portuários !?