A portuguesa Finpro poderá ter de vender a participação no Grupo Terminal de Contentores de Barcelona (TCB), caso não consiga pagar os mais de 200 milhões de dívidas como acordado com os credores.

O plano de recuperação da capital de risco prevê o pagamento dos 224 milhões de euros de dívidas até 31 de Dezembro de 2017. Se entretanto falhar, terá de vender, até 31 de Dezembro de 2015, as participações que detém ou na Portobar ou na Viking (esta detém uma empresa líder no mercado britânico de tratamento de resíduos), avança o “Negócios”.

A Finpro detém 50% da Portobar (os outros 50% são pertença de um fundo qaustraiano), que por sua vez controla 37,3% do Grupo TCB, o maior operador portuário espanhol, também presente na Turquia, México, Colômbia, Brasil ou Cuba.

A Finpro é controlada pelo Banif (com 32% do capital), por Américo Amorim (com 25,4%), pelo Grupo CGD (com 17,2%) e pela Segurança Social (com 10%).

Curiosamente, de entre os principais credores apenas o Banco BIC (do qual Américo Amorim é accionista de referência) votou contra o plano de recuperação.

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