A Portway anunciou hoje o recurso ao lay-off para os seus 1 744 trabalhadores. Cerca de dois terços ficarão em casa e um terço garantirá os serviços mínimos.

Depois da TAP, da ANA e da Groundforce, foi agora a vez da Portway “avançar com o pedido formal de adesão ao sistema de lay-off’ simplificado”, anunciou a companhia.

Em comunicado, a empresa detalha que a medida abrange 1 744 trabalhadores. Destes, 69% terão o contrato de trabalho suspenso, enquanto os restantes 31% verão o período normal de trabalho reduzido em 20%.

O terço dos trabalhadores que continuará em funções dará “assistência aos movimentos estimados e equipas de suporte, assegurando os serviços mínimos definidos pelas necessidades”, refere a empresa, que está presente nos
aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Beja.

A crise provocada pela pandemia de Covid-1 reduziu a operação da Portway a um nível “residual”. Neste mês, “não se vão realizar 95% dos 4 830 movimentos previstos”, justifica.

“Ainda assim, a Portway irá manter os serviços mínimos em todos os aeroportos, com particular ênfase nos serviços de carga que asseguram os abastecimentos críticos, em particular de equipamentos médicos e de protecção”, destaca.

“Estas medidas foram definidas com base nos serviços que têm obrigatoriamente que continuar a ser efectuados e serão reavaliadas durante o mês de Abril, de acordo com a evolução da situação”, adianta a empresa, garantindo que “tudo vai fazer para minimizar os impactos desta crise” e que a opção pelo lay-off’ “é temporária e será implementada pelo prazo de um mês, com possível renovação até um total de três meses”.

 

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