O arranque da construção das primeiras naves da plataforma logística de Leixões está apenas dependente do visto de Tribunal de Contas. O primeiro inquilino poderá instalar-se ainda no primeiro semestre do próximo ano.

A construção das duas primeiras naves do pólo 2 (Gatões/Guifões) da plataforma logística de Leixões vai custar menos e demorar menos que o previsto pela APDL. Serão precisos apenas oito milhões de euros e 300 dias, contra os 11,5 milhões de euros e 14 meses estipulados em Agosto do ano passado.

A construtora bracarense DST foi a vencedora do concurso promovido pela administração portuária. A adjudicação foi decidida na passada quinta-feira mas está ainda dependente do visto do Tribunal de Contas. Que no caso não deverá levantar quaisquer reservas.

Em causa está a construção de duas naves logísticas, com 20 mil metros quadrados de área coberta. Ao que o TRANSPORTES & NEGÓCIOS apurou, o projecto terá sido já feito à medida das necessidades do futuro inquilino. Trata-se de um grande grupo logístico, já com presença a Norte, mas que pretenderá instalar-se na plataforma logística para beneficiar da proximidade de Leixões, dos acessos rodoviários dedicados e, no futuro, da localização paredes meias do novo terminal ferroviário.

Cumprindo-se os prazos, o primeiro operador poderá mudar-se para o pólo 2 da plataforma logística de Leixões ainda na primeira metade de 2014.

Prosseguem entretanto as obras de infra-estruturação do pólo 1 (Gonçalves) da plataforma, mais próximo do porto, junto aos silos agro-alimentares. Aí o investimento da APDL atinge os 10,5 milhões de euros.

A decorrer está também o concurso para a escolha da entidade que irá assegurar a gestão corrente e a promoção no mercado da plataforma logística. Candidataram-se várias gestoras imobiliárias e também a TCGL, concessionária dos terminais de carga geral e granéis de Leixões.

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