O governo espanhol já terá “luz verde” para o relançamento da privatização da Aena. A decisão deverá ser formalizada na reunião do Conselho de Ministros da próxima semana.

11 de Fevereiro é a data agora apontada para a entrada em Bolsa da gestora aeroportuária do país vizinho.

O governo de Madrid propõe-se privatizar 49% do capital da Aena: 21% serão tomados por um núcleo duro de três accionistas (Ferrovial, The Childrens Investment Fund e Corporación Financiera Alba) e 28% serão dispersos em Bolsa numa OPV.

Cada acção deverá ser vendida a um preço entre os 42,5 e os 53,5 euros, o que valorizará a companhia num intervalo entre os 6,2 mil milhões e os oito mil milhões de euros.

A privatização da Aena esteve agendada para 12 de Novembro passado mas foi suspensa a 30 de Outubro por não ter sido realizado o concurso público para escolher o auditor que validasse a informação constante do prospecto de anúncio da OPV. Essa questão formal foi entretanto ultrapassada com a escolha da EY para realizar a auditoria.

A Aena é a maior gestora aeroportuária do mundo.

Na reunião que decidiu o relançamento da privatização participaram a ministra do Fomento, os ministros da Economia e das Finanças, o presidente da Aena e representantes dos bancos colocadores da operação (BBVA, Santander, Morgan Stanley, Bank of America e Goldman Sachs), entre outros.

 

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