A produção nacional de veículos comerciais está ao nível mais alto dos últimos seis anos. No primeiro trimestre, construíram-se 17 599 ligeiros e pesados, mais 25% que há um ano.

Entre Janeiro e Março, a produção de comerciais ligeiros atingiu 16 028 veículos, a subir 24%, enquanto dos pesados construíram-se 1 571, mais 29% em termos homólogos.

A Citroën lidera destacada o fabrico de carrinhas, com um total de 8 793 e um crescimento de 32%. Segue-se-lhe a “irmã” Peugeot, com 6 001 unidades produzidas, ou mais 24% qyue no primeiro trimestre do ano passado. A Mitsubishi cede 26%, para os 597 veículos. A Toyota avança 12%, com 565. E a Isuzu cai 33%, com 72.

Nos pesados (só camiões, porque os autocarros continuam em branco), a Mitsubishi garante mais de 66%, com 1 042 unidades (mais 6%). Mas a Isuzu já vale 33%, com um salto de 160% para os 514 veículos produzidos desde o início do ano. Pelo meio, a Toyota fica-se pelos 15 camiões (menos 57%).

Com o mercado interno em profunda recessão, a exportação é o destino de quase toda a produção nacional de veículos comerciais: 15 014 ligeiros e 1 533 pesados, de acordo com os dados da ACAP.

Em Março, produziram-se em Portugal 5 652 veículos comerciais (mais 22% em termos homólogos): 5 163 ligeiros (mais 22%) e 489 pesados (mais 26%).  Nos ligeiros, a Citroën segurou o mercado, com um avanço de 56%, enquanto nos pesados foi a Isuzu a garantir o crescimento, com uma subida de 142%.

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