Em Novembro produziram-se em Portugal 5 637 veículos comerciais ligeiros e pesados. Para encontrar melhor é preciso recuar a 2006.

Desde o início do ano, a produção nacional eleva-se a 40 722 veículos, 80% mais do que há um ano mais ainda ligeiramente abaixo das 41 258 unidades de 2008.

Pelo seu volume e não só os comerciais ligeiros continuam a ser o motor da recuperação da actividade. Em Novembro foram construídos 5 306, 97% mais que no mês homólogo de 2009, e o melhor registo dos últimos anos.

A um mês do final do ano, o saldo de 2010 eleva-se a 36 632 comerciais ligeiros, mais 79%  que em 2009, e mais que nos últimos quatro anos.

Citroën e Peugeot continuam a representar cerca de 90% da produção nacional total, com crescimentos de mais de 100% em Novembro. Desde Janeiro, a Citroën soma 16 396 comerciais ligeiros (mais 65%), enquanto a Peugeot contabiliza 15 043 (mais 105%).

Num segundo patamar, a Mitsubishi está também a crescer na casa dos 90% (chegou aos 107% em Novembro), com um acumulado de 2 640 veículos. À frente da Toyota, que conta 2 157 (mais 31%).

Nos comerciais pesados, são os camiões a garantir os bons números de 2010. Em Novembro produziram-se 331 (mais 96%) e desde Janeiro já são 4 025 (mais 100%). Ainda assim não chega para superar 2008.

Os autocarros ficaram a zeros no último mês e somam apenas 65 unidades desde o início do ano, o pior resultado da década.

Nos pesados é a Mitsubishi que continua a liderar, com 2 832 veículos produzidos este ano, mais 97% que em 2009. A Isuzu segue-a ao longe, com um crescimento de 147% para os 1 063 camiões. A Toyota reduziu as perdas acumuladas para 12%, com uma produção anual de 195 unidades.

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