Em 2012, os construtores automóveis instalados em Portugal produziram 47 826 veículos comerciais, o que representa uma quebra de 5,2% face aos 50 463 do ano anterior.

A produção de comerciais ligeiros recuou 5,5%, para as 43 831 unidades (46 385 em 2011), enquanto a de pesados cedeu 2%, para 3 990 camiões (4 073 em 2011) e cinco autocarros (idem em 2011).

Nas carrinhas, a PSA Peugeot Citroën continuou a dominar a produção nacional, com uma quota de 93%, resultado da soma de 22 123 Citroën (menos 1,2% em termos homólogos) e de 18 632 Peugeot (menos 3%).

A Mitsubishi foi a marca mais penalizada, com uma quebra de 42,3% para as 1 451 viaturas. A Toyota produziu 1 331 (menos 26,2%) e a Isuzu 294 (menos 35,5%).

Nos camiões, destacou-se o crescimento de 46,2% da Isuzu, com a produção a elevar-se às 1 279 unidades. Na inversa, a Toyota caiu 77,3% para apenas 50 veículos. A Mitsubishi liderou, apesar da quebra de 10,6%, tendo construído 2 666 pesados de mercadorias.

Com o mercado interno em recessão, a recessão foi o principal destino dos comerciais produzidos em Portugal. Foram vendidos para o exterior 41 038 comerciais ligeiros (menos 8,9% que em 2011) e 3 850 veículos pesados (mais 5,9%).

Em Dezembro a retracção da produção nacional de veículos comerciais agravou-se, com uma quebra homóloga de 40,9% para as 2 700 unidades, entre 2 624 ligeiros (menos 36,9%) e 76 pesados (menos 81,5%).

 

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