Nos primeiros 11 meses do ano, a produção nacional de veículos comerciais, ligeiros e pesados, elevou-se a 45 897 veículos, o que representa um ganho de 13%.

A produção de comerciais ligeiros avançou 15,3% para as 42 229 unidades, enquanto dos comerciais pesados se construíram 3 668, menos 10,4%: foram 3 663 camiões (menos 9,1%) e cinco autocarros (memos 92,3%).

Nos ligeiros, a Citroën é a marca mais representada, com 20 183 unidades (mais 23,1%), com uma quota de mercado de 47,8%, seguida da Peugeot, com 17 724 veículos, mais 17,8% em termos homólogos e 42% do mercado.

A Mitsubishi reduziu a produção em 14,8%, para os 2 249 veículos, e a Toyota cedeu 23,4% para os 1 653, números que lhes conferem quotas de mercado de 5,3% e 3,9%, respectivamente. A Isuzu produziu 420 veículos (mais 6,1% e 1% de quota).

Nos pesados, a Mitsubishi continua a dominar, com uma quota de mercado 73,6%, correspondente a 2 700 unidades (menos 4,8% em termos homólogos). A Isuzu mantém-se segunda, com 21,1% do mercado e 773 veículos (menos 27,3%) e a Toyota contabiliza 195, precisamente os mesmos de há um ano, com uma quota de 5,3%.

Em Novembro, a produção de veículos comerciais em Portugal atingiu as 5 921 unidades, mais 5% que no mesmo mês de há um ano. Contabilizaram-se 5 520 comerciais ligeiros (mais 4%) e 401 comerciais ligeiros (mais 19,7%): 398 camiões (mais 12%) e cinco autocarros (os primeiros do ano).

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