Depois de ter crescido cerca de 12%, em 2017, face a 2016, a Rebonave antecipa para 2018 mais um ano de crescimento, nos portos de Lisboa e Setúbal e também no panorama internacional.

No balanço do ano findo, a companhia portuguesa de rebocadores destaca a criação da Port Towage Lisbon (PTL), numa joint-venture com a holandesa Iskes Towage & Salvage, especialmente focada no porto da capital, e a integração no Port Towage Network, rede que agrega operadores de portos europeus e da América do Sul.

Em termos operacionais, a Rebonave destaca o forte crescimento na área de reboque oceânico e assistência marítima, com múltiplos reboques longínquos (do Brasil e da República Dominicana para Portugal, de Espanha e da Guiné-Bissau para a Turquia, etc.) e “uma dezena de operações de resgate de navios”.

Em alta esteve também a actividade no estaleiro da Lisnave, com um total de 316 manobras náuticas a 79 navios. (A Rebonave detinha o exclusivo das operações na Lisnave, mas a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) decidiu recentemente o fim desse exclusivo, por considerá-lo contrário à livre concorrência.)

Menos notório foi o crescimento nos reboques portuários, em linha com “alguma estagnação no movimento portuário”, refere a empresa no balanço do ano.

Se 2017 foi de crescimento, ainda que longe dos “resultados brilhantes” de 2015, 2018 deverá manter a tendência, antecipa a companhia, em todas as áreas de negócio. Um optimismo baseado no previsto aumento da actividade do transporte marítimo mundial, do trabalho do estaleiro da Lisnave, e do desenvolvimento dos portos de Setúbal e Lisboa.

 

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  1. Situa-se de trabalho bastante importante na assistência de transportes marítimos, indispensável. Principalmente nas manobras e salvamentos.