Depois de, em Agosto, ter puxado o mercado nacional de camiões para terreno positivo, a em Setembro a Renault Trucks foi a principal responsável pelo regresso ao vermelho, de nada valendo o crescimento experimentado pela maioria das marcas.

Em Setembro, as vendas de pesados de mercadorias em Portugal atingiram as 167 unidades, o que representou uma quebra homóloga de 14,4%. A Mercedes liderou o mercado, com 45 matrículas (ainda assim, menos 19,6% que há um ano), seguida de perto pela Volvo, que cresceu 66,7% para os 40 registos.

Scania, Iveco e Mitsubishi contabilizaram 14 veículos cada. Os suecos duplicaram as vendas, os italianos multiplicaram-nas por mais de quatro vezes (mais 366,7%) e os japoneses por sete. A MAN registou 22 pesados de mercadorias (mais 10%).

Na inversa, a Renault Trucks afundou 91,5%, tendo passado de 71 para seis matrículas.

Em termos acumulados, a marca do diamante continua líder do mercado nacional, com 286 registos, mas perde 8% e tem a Volvo muito mais perto, a crescer 81,8% para as 260 matrículas.

A Mercedes está isolada no terceiro lugar do ranking, com 212 vendas (menos 1,4%), tendo alargado a vantagem sobre a MAN, com 186 veículos (menos 6,1%). A crescer 5,3%, a Scania soma 119 matrículas, mais 11 que a Iveco, que cai 19,4%.

Nos primeiros nove meses do ano, matricularam-se em Portugal 1 301 pesados de mercadorias, menos 18, ou 1,4%, que no mesmo período do ano transacto.

 

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