Apesar da crise provocada pela erupção do vulcão islandês, a SAS conseguiu reduzir para 253 milhões de euros os prejuízos anuais. Menos 25% que em 2009.

A interrupção dos voos, por causa do vulcão, terá custado à SAS uns 80 milhões de euros. E uma multa aplicada pela Comissão Europeia representou uma perda de mais 57 milhões.

O volume de negócios da companhia caiu 6%, em termos homólogos, para os 4,64 mil milhões de euros. As perdas antes de impostos foram de 349 milhões de euros (menos 11%). O EBITDAR (acrescem ao EBITDA as rendas dos aviões) subiu 46% para os 437 milhões de euros.

O cash-flow operacional permaneceu negativo mas melhorou de 389 milhões para 18 milhões de euros. Para tal muito contribuiu a aplicação do programa de contenção de custos Core SAS. Entre as medidas aplicadas (e o programa está cumprido a 86%) destacou-se a dispensa de 4 000 trabalhadores dos 4 600 postos de trabalho que serão sacricados.

Para este ano, a SAS espera atingir lucros antes de impostos, assim a recuperação do mercado ajude.

De qualquer modo, os responsáveis da companhia escandinava (controlada pela Suécia, Dinamarca e Noruega) continuam a apostar numa futura integração num grupo líder do sector. Mesmo se a Lufthansa, o seu parceiro, já descartou o interesse, pelo menos para já, no negócio.

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