A Scania tem nova casa no Porto, nas proximidades do aeroporto Francisco Sá Carneiro. O investimento rondou os quatro milhões de euros.

Scania tem noivas instalações, junto ao aeroporto do Porto

Desde a semana passada, a Scania mudou-se “de armas e bagagensa” para as novas instalações no Grande Porto, trocando o edifício (já exíguo e sem capacidade de resposta às necessidades actuais da marca e dos seus clientes) da congestionada Estrada da Circunvalação, no Porto, por um complexo de 15 mil metros quadrados (dos quais cerca de dois mil de espaço oficinal), numa zona ainda desafogada de trânsito junto ao aeroporto e com acesso rápido à rede nacional de estradas e auto-estradas, na Maia.

A marca não adiantou o volume do investimento, mas o TRANSPORTES & NEGÓCIOS sabe que terá rondado os quatro milhões de euros.

No novo espaço a Scania concentrou toda a gama de serviços da marca, desde a venda e reparação de camiões e autocarros, passando pelos motores industriais e marítimos da marca, até à reparação de veículos industriais e semi-reboques novos e de ocasião, de todas as marcas.

Com mais este investimento, a marca sueca prossegue o esforço de modernização da rede iniciado em 2013 com as novas instalações da sede portuguesa, em Vialonga. No mesmo ano inauguraram-se as instalações de Mangualde. Em 2014 foi a vez da Madeira. E no passado foi Braga.

A renovação e reforço da rede está em linha com o crescimento do parque Scania em Portugal. Se em 2013 a marca sueca vendeu por cá 257 camiões (+16 t), em 2017 chegou aos 825 (918 em 2016). No mesmo período, a sua quota de mercado passou de 12,6% para 18,5% (21,7% em 2016), com isso alcançando a liderança absoluta no mercado nacional de pesados de mercadorias.

Este ano, de acordo com os dados da ACAP, a Scania mantém-se líder, ao cabo de nove meses, com 672 matrículas (um crescimento homólogo de 48%) e uma quota de mercado de 18,2%.

 

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