A Scania alcançou em 2010 os maiores resultados líquidos e cash-flow de sempre.

O construtor sueco de comerciais pesados atingiu no ano findo um volume de negócios de 8,68 mil milhões de euros, 26% mais do que no exercício anterior. O cash-flow atingiu os 1,3 mil milhões de euros, um crescimento de 116%. O resultado líquido foi de mil milhões de euros, oito vezes mais do que em 2009.

Ao longo de 2010 a Scania garantiu encomendas para 74 120 camiões e autocarros, 91% mais que em 2009. As encomendas de camiões ascenderam às 67 336 unidades (mais 104%), destacando-se a Europa, com cerca de 29 mil (mais 102%), a América Latina, com perto de 19 mil (mais 68%) e a Ásia, com mais de 12 mil (192% de acréscimo).

No mesmo período, a marca sueca entregou 63 712 veículos, uma subida de 47% face aos 43 443 de 2009. Camiões foram 56 837, mais 54%. A Europa continuou a ser o primeiro mercado, com uma evolução de 24% para os 23 mil pesados de mercadorias. A América Latina cresceu 89% para os 18 mil. E a Ásia mais do que duplicou (110%) superando os dez mil.

Nos autocarros, as encomendas avançaram 19%, para os 6 874 veículos, e as entregas somaram mais 4% para as 6 875 unidades. A América Latina e a Ásia confirmaram-se como os principais mercados.

Leif Östling, presidente e CEO da Scania, não avança com previsões para 2011, limitando-se a referir que o arranque do ano deverá manter o ritmo que marcou o segundo semestre (o melhor) de 2010.

Östling lembrou que desde o Outono que a Scania e a MAN estão a avaliar uma possível combinação. Mas reafirmou que ainda não foi tomada qualquer decisão, porque permanecem várias questões importantes de natureza comercial e legal.

 

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