O mercado português de pesados de mercadorias estagnou nos primeiros cinco meses de 2018 (-0,3%), com 1 813 matrículas, segundo os dados da ACAP. Em Maio, a Scania reconquistou a liderança.
Scania R 500 4×2 Highline with box semitrailer.
Södertälje, Sweden
Photo: Peggy Bergman 2016

A marca sueca vendeu, no acumulado de Janeiro a Maio, 329 camiões (+25,1%) e a Mercedes 296 unidades (+56,6%). A terceira marca de camiões mais vendida do ano até ao mês passado foi a Renault Trucks, com 242 matrículas (+20,4%).

Seguem-se no ranking nacional a Volvo (225), a DAF (205), a MAN (192), a Iveco (172), a Fuso (80), a Isuzu (59), a MAN-VW (7) e a Fiat (2).

Em Maio, as vendas de camiões em Portugal registaram uma queda de 14,7% em termos homólogos.

A Scania foi a marca mais vendida, com 63 unidades matriculadas (+61,5%), à frente da Renault Trucks, com 58 (+81,3%). O pódio mensal foi fechado pela DAF (+46,9%, para 47 unidades).

Autocarros recuperam

Quando ao mercado nacional de pesados de passageiros, em Maio foram matriculadas 33 unidades, mais 26,9% do que as 26 do mês homólogo do ano passado. A MAN, com 12 autocarros, a Scania (10) e a Renault (6) foram as marcas mais vendidas.

No acumulado de Janeiro a Maio, o mercado nacional caiu 1,4% face ao mesmo período de 2017, com 211 vendas.

A Mercedes (54 matrículas, -20,6%) é a marca mais vendida. MAN (53 unidades, +26,2%) e Scania (26 matrículas, +52,9%) fecham o pódio.

Ligeiros em crescimento

Em Maio, foram vendidos em Portugal 3 541 comerciais ligeiros, mais 13,5% do que no mesmo mês do ano passado. Por marcas, a Renault liderou, com 895 unidades (+35,2%), seguida da Peugeot (570, +29%) e da Citroën (521, +28,3%).

No acumulado de Janeiro a Maio, o mercado ascendeu a 15 142 veículos, o que representou uma subida de 1,5%face ao período homólogo de 2017.

A marca mais vendida foi a Renault, com 3 215 unidades, mais 16,3% do que no mesmo período do ano passado. Seguiram-se-lhe a Peugeot e a Citroën, muito próximas entre si, respectivamente com 2 517 (+1269%) e 2 496 (+7,3%) unidades matriculadas.

 

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