O SEAL rejeitou , em comunicado, as “graves e torpes acusações” feitas pela AGEPOR a propósito da paralisação dos terminais de contentores e ro-ro no porto de Setúbal.

SEAL critica precariedade em Setúbal

No texto divulgado, o Sindicato dos Estivadores e da Actividade Logística (SEAL) reafirma que pretende “converter trabalho precário em permanente e condições indignas em modelo de dignidade para os trabalhadores dos portos”.

Ontem, a Associação dos Agentes de Navegação de Portugal (AGEPOR) denunciou que disse ser “a inexistência de trabalho portuário nos terminais de contentores de Setúbal, sem que esteja decretada uma greve ao trabalho em horário normal”, e pediu a intervenção do Ministério

No texto, a AGEPOR referiu também alegadas irregularidades nos portos de Lisboa e Setúbal e instou as autoridades competentes a investigarem e a agirem em conformidade.

Hoje, em jeito de resposta, o SEAL acusou aquela associação de ter feito um comunicado que “apenas serviu para veicular graves e torpes acusações”, reiterando que “não boicota contratos permanentes, antes pelo contrário, essa é uma das nossas grandes batalhas”.

Aludindo à situação no porto de Setúbal com mais de 20 anos, que teria criado “um híbrido entre monstro de precariedade e galinha dos ovos de ouro”, o SEAL contrapôs que “os precários do porto de Setúbal não aceitam que, em tempo de greve, as empresas pretendam assinar contratos e, falhada a estratégia coerciva, ainda lhes venham propor que tais contratos ilegais fiquem sob a divina protecção da autoridade portuária”.

 

This article has 2 comments

  1. Quando qualquer partido faz 1 GERINGONÇA com os comunistas tem que pagar muitas facturar muito cara, esta greve é a última de muitas do SEAL que custam todos anos a Portugal, é este o preço por ter neste desgoverno ANTÓNIO COSTA & ANA PAULA VITORINO

  2. Manuel Monteiro

    Seja neste ou outro qualquer Governo de qualquer Partido uma greve trás sempre prejuízos, importa é saber de quem é a culpa desses prejuízos, quanto a mim os culpados serão os associados da AGEPOR pois não cumprem a Lei, acabem com precariedade e as perseguições no sector da ESTIVA e está o problema resolvido.