O movimento de mercadorias no porto de Setúbal voltou a cair em Novembro. Só os contentores e a carga ro-ro continuam em alta, com destaque para os primeiros.

Porto de Setúbal

A um mês do final do ano, o porto sadino acumulava perdas de 8,7% (eram de 7,5% em Outubro), com 6,8 milhões de toneladas processadas. Explicações para a quebra: a interrupção da actividade do terminal da Termintrena, a baixa de algumas exportações (nomeadamente de clínquer, cuja movimentação afundou mais de meio milhão de toneladas) e, claro, o facto de a comparação ser feita com um ano (2014) recorde.

No final de Novembro, a movimentação de granéis líquidos recuava 21,5% para 277,4 mil toneladas e os granéis sólidos perdiam 17,3% para 2,5 milhões de toneladas.

A carga geral cedia 1,2% mantendo-se sobre os quatro milhões de toneladas. Destaque aqui para a carga contentorizada, com um ganho homólogo de 21,3% e um acumulado de 1,2 milhões de toneladas, que é um recorde. A movimentação de contentores subia 14,3% e atingia os 109 618 TEU. Também a carga ro-ro ajudava a minorar as perdas, com um ganho de 13,1% e 245,4 mil toneladas processadas.

Nos primeiros 11 meses do ano o porto de Setúbal recebeu 1 483 navios. Mais (1,2%) e maiores (7% em termos de tonelagem bruta) do que no período homólogo do ano passado.

 

 

 

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