Menos 400 mil toneladas movimentadas foi o custo das greves em Setúbal, no ano passado. Os contentores e a carga geral fraccionada pagaram a factura.

O porto de Setúbal movimentou no ano passado 6,2 milhões de toneladas, menos 6,3% do que no exercício anterior, de acordo com os dados provisórios disponibilizados pela administração portuária.

A carga geral foi a mais afectada pelas greves dos estivadores locais. A carga contentorizada recuou 19,6%, para 1,3 milhões de toneladas, e a carga fraccionada caiu 18,4% para 1,4 milhões. Juntas, perderam cerca de 600 mil toneladas face ao realizado em 2017.

Valeram na circunstância os aumentos de actividade nos outros segmentos de mercadorias. Desde logo, os granéis sólidos, que subiram 3,9% para 2,8 milhões de toneladas. Mas também os granéis líquidos, com um incremento de 13,6% para um total de 312 mil toneladas.

A carga ro-ro, que concentrou as atenções no final do ano passado, por causa da paralisação dos envios de automóveis da Autoeuropa, acabou por fechar o ano em alta. Quer em tonelagem: mais 18,4% para 415 mil toneladas; quer em número de viaturas: mais 22,3% para 273 604.

De volta aos contentores, refira-se que a actividade, medida em TEU movimentados, recuou 19,3%, quedando-se nos 123 301.

 

Este artigo tem1 comentário

  1. Por culpa exclusiva DA MINISTRA DO MAR QUE ESTEVE AO LADO DOS ESTIVADORES DURANTE GREVES QUE PARARAM SETÚBAL E LISBOA É AMIGA DOS COMUNISTAS GREVISTAS, VERGONHA !

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