Setúbal foi o porto que mais cresceu no ano passado, na movimentação de mercadorias e também nas exportações. E com isso destronou Leixões do segundo lugar do ranking exportador, atrás de Sines.

No ano passado, as cargas de exportação movimentadas nos portos nacionais totalizaram os 27,9 milhões de toneladas. Um recorde que correspondeu a 36,6% do total de mercadorias processadas, descontada a tara dos contentores.

À excepção de Lisboa e Viana do Castelo, todos os principais portos atingiram máximos históricos nos volumes exportados.

Setúbal destacou-se com um crescimento homólogo de 34,4%. Ali, as cargas de exportação superaram os cinco milhões de toneladas, o equivalente a 64,8% do total de mercadorias movimentadas.

Seguiram-se, no ranking dos portos que mais cresceram nas exportações, Aveiro (16,4% para 2,1 milhões de toneladas), Figueira da Foz (7,1% e 1,2 milhões de toneladas), Viana do Castelo (5,9%, 306 mil toneladas) e Sines (4,2%, 10,9 milhões de toneladas).

Leixões somou 4,9 milhões de toneladas e Lisboa contou 3,4 milhões de toneladas.

Com Sines destacado na liderança das exportações, muito à conta dos produtos refinados mas também, cada vez mais, pela movimentação de contentores, a principal mexida no ranking nacional foi a subida de Setúbal ao segundo lugar, por troca com Leixões.

Uma alteração que se explica, quer pelo dinamismo do porto do Sado, quer pela quebra das movimentações de granéis líquidos e pelo peso (tara) dos contentores processados no porto nortenho.

Em termos nacionais, a carga geral representou 61,7% das mercadorias exportadas, os granéis sólidos 27,6% e os granéis líquidos 31,7%.

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