Se tudo correr como previsto, 2017 será um ano recorde para a Silos de Leixões, concessionária dos silos para produtos agro-alimentares do porto nortenho.

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A empresa, detida pelo Grupo Gestmin, prevê atingir no próximo ano uma movimentação de 800 mil toneladas, que representará um crescimento de mais de 7% face ao esperado para 2016 e superará o anterior máximo de 798 mil toneladas, registado em 2014. Para o exercício em curso, a expectativa é de chegar às 747 mil toneladas, que compararão com as 720 mil toneladas de há um ano.

Em linha com  o aumento da actividade, a Silos de Leixões projecta subidas no volume de negócios e nos resultados, em ambos os casos também para níveis recordes. O volume de negócios deverá superar, em 2017, os sete milhões de euros (7.1 milhões), valor que comparará, com vantagem, com os 6,6 milhões esperados para o exercício em curso (6,2 milhões em 2015) e o máximo de 6,7 milhões atingido em 2013.

No concernente ao EBITDA, a expectativa dos responsáveis da empresa é de chegar aos 830 mil euros de EBITDA em 2017, bastante acima dos 698 mil orçamentados para o ano corrente e que constituirão um novo recorde.

Os investimentos deverão disparar para a casa dos 1,6 milhões de euros, praticamente duplicando os 814 mil euros (um recorde) de capex a realizar em 2016.

Os números foram avançados por Miguel Ramalheira, CEO da Silos de Leixões, num recente encontro com parceiros de negócios em que marcou também presença Ana Champalimaud, administradora da Gestmin, SGPS:

Quota de mercado de 16%

Com uma capacidade de armazenagem de 120 mil toneladas e uma capacidade de recepção de mil toneladas/hora, a concessionária dos silos agro-alimentares de Leixões processa mercadorias provenientes de 25 mercados de todo o mundo, particularmente da Europa, Mar Negro, África e Américas.

A Silos de Leixões é o segundo maior player nacional (atrás da Silopor), detendo uma quota de mercado de cerca de 16% (contra os 73% do porto de Lisboa e os 11% do porto de Aveiro).

 

 

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