A Silos de Leixões (SdL), concessionária da movimentação de agro-alimentares no porto nortenho, acaba de investir na digitalização de processos logísticos do seu terminal, com ganhos de produtividade e redução de falhas.

Silos de Leixões escolheu Fordesi para digitalizar processos

A Silos de Leixões procurava uma solução tecnológica para os seus processos logísticos no Porto de Leixões, nomeadamente, a descarga de navios, a armazenagem silar, as salas de comando, e realizar expedição rodoviária e o controlo de portaria, usando um sistema de portarias non-stop, com pesagem automática e produção de documentos de transporte em tempo real com a Autoridade Tributária.

A resposta foi dada pela Fordesi, que para o efeito desenvolveu o SigSil – Sistema Integrado de Gestão Silar, que suporta os processos logísticos e a gestão de quantidades, integrando a recepção marítima e expedição rodo-ferroviária, a armazenagem (silar e armazéns), o atendimento self-service e as portarias non-stop.

“O SigSil veio responder a uma necessidade de aumento de eficiência e controlo dos processos operacionais e administrativos desenvolvidos na Silos de Leixões”, explicou Miguel Tomé, gerente e director de Operações da SdL, citado num comunicado da Fordesi emitido a propósito.

“Estes objectivos foram atingidos através da total informatização e integração de processos, permitindo obter toda a informação e interação com os diversos stakeholders, em tempo real”, reforçou.

Por exemplo, ilustra o comunicado, “com a gestão de portarias non-stop verificou-se uma melhoria acentuada em todos os processos de entrada, pesagem e saída de camiões, permitindo a reversibilidade de vias caso seja
necessário. Os motoristas têm ao seu dispor quiosques self-service que permitem a verificação automática de autorizações, quantidades e saldos, processo totalmente digital e sem intervenção humana”.

“A utilização do SigSil (…) aumentou significativamente a qualidade e rapidez no acesso à informação gerada e diminuiu acentuadamente o lead time das muitas dezenas de camiões que diariamente carregam na Silos de Leixões», referiu Miguel Tomé.

» Caso de estudo da Silos de Leixões
 

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