O porto de Sines tem uma plataforma logística e quilómetros de costa para acolher novas entidades, lembra Lídia Sequeira.

A visita a Portugal do presidente da R.P., China Hu Jintao, foi aproveitada pela Administração do Porto de Sines (APS) para manter contactos com empresários e gestores portuários daquele país.

Hoje, uma delegação do porto de Tianjin, presidida pelo seu presidente, esteve em Sines, tendo-se reunido com os responsáveis do porto alentejano e visitado as suas instalações. O encontro segue-se ao protocolo estabelecido entre as duas entidades, em Setembro de 2007, aquando de uma visita da então secretária de Estado dos Transportes à R.P. China.

O mercado do Extremo Oriente, e da R.P. China em particular, é de extrema importância para Sines, sendo até, actualmente, um dos “motores” do incremento da actividade do terminal de contentores (por via do Lion Service da MSC).

Lídia Sequeira aposta em captar investidores para a plataforma logística (recentemente apresentada na Expo de Xangai) e não descarta, pelo contrário, a hipótese de atrair novos operadores para o porto propriamente dito.

A líder da APS lembra que Sines tem ainda disponível o espaço suficiente para albergar um, ou mesmo dois terminais de contentores, para além do Terminal XXI (concessionado à PSA Singapura), e não esconde a ambição de dotar o “seu” porto com uma capacidade instalada equivalente à dos concorrentes mais directos.

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