O “MSC Carouge” estreia amanhã o serviço directo da MSC entre Sines e o mercado brasileiro.

A nova rotação semanal, servida por navios com uma capacidade de 5 000 – 5 500 TEU, ligará Sines a Salvador (10 dias de tempo de trânsito), Rio de Janeiro (12 dias), Navegantes (13 dias), Paranaguá (16 dias), Rio Grande (18 dias) e Pecem (25 dias). O porto de Santos será servido com tranbordo nas Canárias.

Na Europa apenas será escalado o porto de Valência, que será o primeiro porto à importação, e Sines, que tomou o lugar de Barcelona, tal como adiantou ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS o director da MSC Portugal, Carlos Vasconcelos.

Em linha com a vocação de Sines, a MSC, a PSA Sines e a administração portuária liderada por Lídia Sequeira apostam nas ligações entre o mercado nacional e o Brasil, claro, mas também em potenciar a posição do porto como placa giratória das cargas com origem/destino no Norte da Europa ou na vizinha Espanha.

Mas não só. Depois de, há poucos dias, se ter “estreado” como “hub” entre a América do Norte e o Extremo Oriente, o porto de Sines aposta também em funcionar como “placa giratória das mercadorias dos serviços do Extremo Oriente para a América do Sul”, combinando as ligações da MSC que o escalam.

Comentando o arranque do novo serviço, Lídia Sequeira, citada em comunicado, afirmou que ele “representa um marco muito importante do crescimento sustentado do porto, pois permite juntar às ligações directas já existentes com os Estados Unidos, Canadá, México, Extremo Oriente e Turquia / Europa (Norte e Mediterrâneo) um novo serviço directo para a América do Sul. Cresce naturalmente o transhipment e a economia nacional passa a ter um novo serviço para aquela região, com particular importância para o mercado brasileiro”.

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