O movimento de contentores (TEU) nos portos do Continente cresceu 20% nos primeiros sete meses do ano e chegou aos 1,8 milhões de TEU. Sines e Lisboa continuam em destaque.

Porto de Lisboa

O resultado acumulado dos sete meses é um recorde, sublinha a AMT. Como recorde é o resultado de Sines, onde o Terminal XXI superou a marca do milhão de TEU, fruto de um crescimento homólogo de 29,9%. A propósito, a AMT insiste na importância, em termos relativos e absolutos, da actividade de transhipment, cujos movimentos representam 82,7% dos números de Sines e 42,1% do tal nacional.

Sem recordes mas a crescer muito continua Lisboa. Entre Janeiro e Julho somou 288 mil TEU, melhor em 51,1% que o realizado no mesmo período de há um ano. Mas há um ano, lembra a AMT, os números do porto da capital foram fortemente influenciados pela instabilidade social.

Leixões continua a ser o segundo porto nacional na movimentação de contentores (seria mesmo o primeiro num ranking exclusivo de import-export), com 364 mil TEU movimentados, mas acumulou uma perda de 8% e, logo, tem Lisboa cada vez mais perto.

Em perda continua também Setúbal, com 92 mil TEU movimentados, 6% abaixo do realizado há um ano.

Pela Figueira da Foz passaram cerca de 13 mil TEU até ao final de Julho, o que representou um crescimento homólogo de 1,2%.

Crescimento de 6% em Julho

Em Julho, os portos do Continente movimentaram 252 206 TEU (mais 5,8% em termos homólogos).

Sines contribuiu com 135 372 (+8,7%), Leixões com 54 400 (-6,6%), Lisboa com 47 267 (+23,6%), Setúbal com 12 676 (-17%) e a Figueira da Foz com 2 491 (+20,5%).

 

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