No ano passado, a TAAG perdeu 99 milhões de dólares. Mas em 2019 deverá lucrar sensivelmente o mesmo montante, fruto da parceria com a Emirates, acreditam as autoridades de Luanda.

TAAG - B777-300

A transportadora aérea angolana deverá ter lucros de cerca de 100 milhões de dólares, a partir de 2019, disse na passada quinta-feira, em Luanda, o ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás.

O ministro, no final de uma sessão conjunta das comissões Económica e para a Economia Real do Conselho de Ministros, disse que a transportadora registou em 2014 prejuízos no valor de 99 milhões de dólares, mas sublinhou que o alargamento da frota vai traduzir-se num aumento das receitas e na capacidade de transporte de passageiros.

Augusto da Silva Tomás, citado pela “Angop”, disse acreditar que o plano de desenvolvimento estratégico da TAAG, a ser levado a cabo com a Emirates, é bastante ambicioso, “traduzindo-se numa nova era para a companhia aérea nacional e também para a aviação civil no país.”

O plano de desenvolvimento da companhia prevê, para 2019, uma frota de 21 aviões – mais 10 aparelhos do que actualmente, sendo oito Boeing 777-300 e dois B777-700 – , e uma receita de 2,3 mil milhões de dólares (face aos actuais 700 milhões).

Espera-se que em 2019, em resultado da parceria com a transportadora dos Emirados Árabes Unidos, a companhia tenha uma capacidade de transporte de 3,3 milhões de passageiros por ano, haja uma considerável redução dos custos operacionais e a abertura de novos destinos em África e no mundo, tais como Houston (EUA), Paris (França) e Londres (Inglaterra).

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