Os conselhos de administração da TAM e da LAN Chile já aprovaram os termos finais do negócio que deverá dar origem à Latam.

De acordo com os termos da proposta de fusão, os actuais accionistas da LAN Chile ficarão com uma posição de 70% na nova companhia holding, ficando os restantes 30% sob controlo dos parceiros brasileiros da TAM.

A operação está montada de forma que, individualmente, a TAM e a LAN não percam a sua nacionalidade brasileira e chilena, cumprindo assim com a legislação dos respectivos países quanto ao controlo accionista das companhias aéreas, e mantendo os respectivos direitos de voo. As duas marcas manter-se-ão também.

A concretização do negócio está ainda dependente das aprovações dos accionistas e das autoridades competentes. O que poderá demorar ainda seis a nove meses.

Caso vingue, a fusão, anunciada em Agosto do ano passado, dará origem a um gigante latino-americano, com uma receita anual de 8,5 mil milhões de dólares (em 2009) e com uma rede de 115 destinos em 23 países. Juntas, as duas companhias “valem” 46 milhões de passageiros (números de 2009).

A fusão deverá ainda gerar sinergias avaliadas em 400 milhões de dólares, num prazo de três anos.

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