O Great Yarmouth, o mais recente terminal de contentores britânico, vai, afinal, orientar-se para as actividades “offshore”. Pelo menos enquanto a crise não passar.

O Great Yarmouth representou um investimento de cerca de 30 milhões de libras esterlinas. A infra-estrutura, localizada na costa Leste do Reino Unido, é detida em 60% pela PSA de Singapura, estando os restantes 40% sob o controlo da International Port Holdings.

O novo terminal de contentores deveria ter iniciado as operações no primeiro trimestre deste ano, mas ainda em Setembro terá recusado operar aquele que seria o seu primeiro navio, agenciado pela Panalpina e com carga destinada à África ocidental, avança a imprensa internacional.

Face à lenta recuperação da crise que assolou os portos britânicos, os responsáveis pelo Great Yarmouth terão decidido recentrar-se no apoio às actividades off-shore, nomeadamente as relacionadas com a produção de energia eólica no mar, tidas como tendo um potencial de mais rápido crescimento.

O Great Yarmouth dispõe de uma frente de cais de 200 metros, com fundos de -11 metros, e um terrapleno de dois hectares. No futuro poderia (poderá) chegar aos 400 metros de cais e aos 13 hectares de terraplenp.

Este ano, as previsões apontavam para a movimentação de 50 mil TEU, para uma capacidade inicial de 70 mil TEU, que cresceria até ais 250 mil TEU/ano.

De acordo com a PSA Great Yarmouth, responsável pela operação, o terminal está operacional, dispondo de dois pórticos de cais panamax.

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