O terminal de gás natural liquefeito (GNL) de Sines aumentou a actividade em 2019 para níveis históricos,  anunciou a concessionária, a  REN – Redes Energéticas Nacionais.

No ano passado, segundo a REN, o terminal de GNL de Sines recebeu 67 navios – dos quais 65 descargas e dois arrefecimentos -, o que corresponde a um aumento de 49% face ao anterior máximo de 45 navios obtido em 2018.

Relativamente ao número de cargas de cisternas, o novo máximo é de 6 621, um incremento de 9% face ao anterior máximo de 6 072 cargas, também obtido em 2018, sendo praticamente três quartos para Unidades Autónomas de Gás Natural do Continente e o restante para a ilha da Madeira.

De acordo com empresa liderada por Rodrigo Costa, foi também obtido um novo máximo de GNL regaseificado para a rede nacional de transporte de gás natural, que é agora de 61,63 Gigawatt-hora (GWh), correspondente a 90,4% do gás natural consumido em Portugal. Este valor representa uma subida de 48% face ao anterior máximo de 41,51 GWh, de 2018, acrescenta.

O actual nível de utilização do Terminal de GNL de Sines reforça a sua importância no contexto do Sistema Nacional de Gás Natural e confirma a estratégia de expansão da REN para esta infraestrutura ao longo dos últimos
anos, refere a empresa.

A movimentação de gás natural é uma das apostas do Porto de Sines para combater os efeitos da descarbonização na movimentação de cargas como os petróleos e o carvão.

No ano passado, Sines movimentou já mais de quatro milhões de toneladas de GNL, o que representou um crescimento homólogo de perto de 45%.

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