As companhias membros da THE Alliance formalizaram a criação de um fundo de emergência para acorrer à eventual falência de alguma delas. A medida foi aprovada, e saudada, pela Comissão Marítima Federal (FMC) dos EUA.

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No imediato, cada companhia – Hapag-Lloyd, K Line, MOL, NYK e Yang Ming – aportará para o fundo um milhão de dólares, a que acrescentará nove milhões em fundos adicionais ou numa carta de crédito.

A ideia de avançar com a criação desta “almofada” de 50 milhões de dólares decorre ainda da falência, há um ano, da Hanjin Shipping, e visa precisamente prevenir os efeitos devastadores provocados então. Recorde-se que a Hanjin integrava à data a aliança CKYHE, e que o seu colapso afectou, por arrrasto, os demais membros, dado que os navios de todos transportavam cargas de todos… como é suposto numa aliança em que se partilha capacidade.

Agora com o fundo de crise, a THE Alliance propõe-se estar pronta a acudir a um membro que entre em dificuldades, no mínimo limitando os estragos imediatos e ganhando tempo para garantir o normal encaminhamento de todas as cargas.

As autoridades norte-americanas, que deram agora o seu acordo a esta adenda aos termos da THE Alliance, sublinharam a proactividade dos membros da aliança na proposta de solução, e também a responsabilidade solidária que, na prática, implica a partilha de capacidade no seio de uma aliança, em que um navio deixa de ser exclusivo de um armador e passa a servir vários.

» THE Alliance cria fundo para prevenir falências

 

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