Como se previa, o tráfego rodoviário nas autoestradas nacionais está a ressentir-se da crise. E a quebra da circulação é particularmente sentida nas SCUT que passaram a ser portajadas.

Os dados do INIR, relativos ao primeiro semestre, demonstram que à medida que o ano avança, e a crise se agrava, o tráfego rodoviário abranda cada vez mais. Uma tendência que deverá manter-se nos próximos meses.

Ainda assim, os mesmos dados provam que a rede principal da Brisa, composta pelas autoestradas que sempre foram portajadas, resistiu melhor, com uma quebra de tráfego de apenas 0,1%.

Ao invés, nas ex-SCUT as perdas de tráfego variaram entre os 26%, na concessão Litoral Norte, e os 54% na concessão Costa de Prata. Note-se, porém, que a comparação é feita com o primeiro semestre do ano passado, quando ainda não havia lugar ao pagamento de portagens para circular naquelas vias.

Em termos gerais, o tráfego nas autoestradas nacionais recuou uma média de 10,5% no primeiro semestre, face ao período homólogo do ano passado, revelam ainda os dados do INIR.

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