Na primeira semana de operação no Ramal da Lousã, a Transdev percorreu cerca de de 20 mil quilómetros. O número de passageiros não é ainda conhecido.

Transdev garante transporte no Ramal da Lousã

A Transdev iniciou a 1 de Setembro a operação do serviço de transporte rodoviário alternativo no Ramal da Lousã, com uma frota de 21 autocarros, entre eles (e pela primeira vez neste serviço) viaturas com capacidade para transportar passageiros com dificuldades motoras.

“O balanço desta primeira semana de actividade é francamente positivo. Os transportes decorreram com grande normalidade e eficácia, nomeadamente no que respeita à adaptação aos ajustamentos nos horários”, sublinhou André Leitão, director do Centro Operacional de Coimbra da Transdev, citado em comunicado emitido a propósito.

Na primeira semana foram percorridos cerca de 20 mil quilómetros. “O investimento em frota e na sua adequação às características dos serviços, incluindo veículos preparados para o transporte de pessoas com mobilidade reduzida, foi essencial para garantir o compromisso de segurança, fiabilidade e qualidade do serviço que assumimos com os passageiros, a CP e a Metro Mondego”, acrescentou o responsável.

A Transdev venceu o concurso promovido pela CP para a realização do serviço alternativo de transporte de passageiros no Ramal da Lousã. O contrato é válido por três anos e representa cerca de cinco milhões de euros.  “Este contrato é de extrema importância para a Transdev, na medida em que nos permite reforçar a presença e melhor servir as populações na região de Coimbra”, rematou André Leitão.

O serviço ferroviário no Ramal da Lousã, entre Serpins e Coimbra, foi suspenso em 2010 para dar lugar ao Metro do Mondego, que nunca se concretizou.

 

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  1. Boa tarde:
    Hoje dia 12 de Setambro e pela 1ªvez fiz o percurso Lousã/Coimbra e vice versa. Os autocarros estavam limpos e o ar condicionado funcionava, porém, a viagem Coimbra -Lousã o autocarro que partiu da beira rio às 14.h05 e já na reta final, aconteceu uma desagradável cena.
    Educadamente pedi ao motorista se me podia abrir a porta num semáforo vermelho, o motorista só tinha responder se sim ou não e eu compreenderia! Pedir não é proibido! O motorista começou numa conversa bastante desagradável, começando por me perguntar se eu estava a ver alguma paragem…respondi-lhe que por isso é que lhe tinha pedido o favor, continuou com arrogância dizendo que “há favores que não se pedem” e ainda ” ande a pé que faz bem”! Já em Miranda começou por dizer aos passageiros que já deviam lá estar há muito tempo, estando o autocarro ainda dentro do horário! Mesmo que alguns favores não se possam pedir, não dá o direito ao motorista de ser mal educado mandando-me andar a pé! Talvez por ter 68 anos e estar um calor infernal pedi tal favor.
    Peço ao Senhor André Leitão que proceda conforme entender, por causa de um ser mal educado não se pode pôr em causa uma empresa e às vezes é isso que acontece. Os passageiros pagam e deve haver respeito mutuo, mas este senhor motorista mostrou a falta de educação que tem para com pessoas mais velhas! Com um simples ” não posso abrir a porta” tinha resolvido a situação!

    Obrigada pelo seu tempo.
    Fernanda Isabel Vieira