A apresentação de um estudo sobre a actividade será um dos pontos altos do 13.º Congresso Nacional de Transitários, que a APAT promove este fim de semana, em Tróia.

Quantos são, como são, o que valem os transitários portugueses (a operar em Portugal e filiados na APAT)? Tentando responder a estas e outras perguntas, até para ter argumentos na hora de dialogar com os parceiros institucionais, a APAT decidiu meter “mãos à obra” e elaborar um estudo sobre o sector.

“É um trabalho feito dentro de portas, mas que retrata com fidelidade o universo das cerca de 250 empresas transitárias”, avançou ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS o presidente executivo da APAT.

Partindo dos dados “coligidos pela Dun & Bradstreet”, a associação tratou de fixar os principais indicadores que ilustram a dimensão da actividade transitária, em termos de volume de negócios, de volume de emprego, etc.. Um dado apenas, a título de exemplo: “o volume de negócios agregado das cerca de 250 empresas transitárias representa praticamente 1% do PIB nacional”, acrescentou Rogério Alves Vieira.

O 13.º Congresso Nacional dos Transitários acontece num momento particularmente difícil da vida portuguesa, e em que o comércio externo, e em particular as exportações são olhadas como uma das tábuas de salvação da economia.

“Para reflectir sobre o estado actual e as perspectivas de futuro da economia e o papel dos transitários”, a APAT optou desta feita por “abrir mais o Congresso ao exterior”. Razão por que a grande maioria dos oradores é exterior à actividade.

Ao longo dos dois dias de trabalho (sexta-feira e sábado), falar-se-á do Mar, de Internacionalização, do Mercado e dos Novos desafios na cadeia de transporte. Entre os convidados, contam-se Quaresma Dias, Lídia Sequeira, Ribeiro e Castro, Carlos Vasconcelos, Ana Paula Raposo, Glyn Hughes ou Cristina Abrunhosa.

O Congresso da APAT realizar-se-á numa unidade hoteleira de Tróia. O TRANSPORTES & NEGÓCIOS associa-se ao evento como Media Partner.

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