O Conselho Mundial de Navegação (WSC), em nome das companhias de navegação, em particular de transporte de contentores, e o Fórum Global de Carregadores (GSF), em representação dos clientes,não se entendem sobre as vantagens e os riscos associados às alianças, às fusões e aquisições, e ao crescimento da dimensão dos navios.

CMA CGM

Num estudo sobre “As implicações dos mega-navios e das alianças na concorrência e na eficiência da cadeia de abastecimento: uma perspectiva económica”, o GSF conclui que, embora com benefícios nos cortes de custos das companhias, os ULCV falharam o objectivo de passarem para os carregadores as poupanças de custos de maiores navios e das alianças de transportadores.

O secretário-geral do WSC, Chris Welsh, por seu turno, contrapõe que alguns dos problemas de concorrência que as mega-aliança e as fusões e aquisições levantam podem ser resolvidos através de integrações verticais entre as companhias de navegação e os seus clientes.

“É um método potencial para aumentar o alinhamento de incentivos entre carregadores e as companhias de transporte”, refere Welsh, citado em comunicado. O mesmo responsável do WSC defende que haja “um debate contínuo sobre as implicações dos mega-navios e das alianças”.

 

 

 

 

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