O diploma que devolve a autonomia jurídica às empresas públicas de transportes de Lisboa foi hoje publicada em Diário da República e entra em vigor  1 de Janeiro de 2017.

Metro de Lisboa

A lei hoje publicada revoga o processo de fusão das empresas – Carris, Metropolitano de Lisboa, Soflusa e Transtejo – iniciada em 2012 pelo Governo PSD-PP com a nomeação de um conselho de administração único, em regime de acumulação de funções, presidido por Tiago Farias, e com a criação da marca Transportes de Lisboa.

Na altura, a ideia era concessionar a privados a gestão operacional dos serviços de transportes, o que foi feito com a Avanza, nos casos da Carris e Metropolitano, e entretanto revertido pelo actual Executivo.

Agora, o Governo e as operadoras públicas têm até 1 de Janeiro para desfazerem tudo o que foi feito em termos de integração operacional, a tempo de a gestão da Carris passar para a alçada da Câmara Municipal de Lisboa (e a da STCP, no Porto, para a edilidade da Invicta).

 

 

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