Até ao final do ano, a Transportes de Lisboa pretende rescindir com 350 trabalhadores considerados excedentários, adianta Rui Loureiro, presidente da empresa resultante da fusão da Carris, Metropolitano e Transtejo/Soflusa.

Rui Loureiro

A nova estrutura funcional da empresa arrancará na próxima segunda-feira, adiantou o dirigente, em entrevista ao “DE”. As sinergias criarão excedentários, pelo que “vamos em breve iniciar a renegociação amigável com cerca de 350 trabalhadores da Transportes de Lisboa. Penso que posso concluir esse processo até ao final do ano”.

Mas as saídas não se ficarão por aqui. “Cerca de 1 100 funcionários irão para a subconcessão do Metro de Lisboa, cerca da 1 850 para a subconcessão da Carris e cerca de 350 para a manutenção dos comboios do Metro”, explicou o gestor.

A manutenção do Metro, que não foi incluída na subconcessão da empresa, será contratada com uma entidade externa através de um concurso público internacional.

A Transportes de Lisboa ficará, assim, com cerca de 600 funcionários, dos quais 400 alocados à Transtejo/Soflusa, cuja operação também deverá ser subconcessionada, pelo menos parcialmente.

Sobre o alargamento do prazo para a entrega das propostas à subconcessão da Carris e Metropolitano, Rui Loureiro justificou-o com os mais de 3 000 pedido de esclarecimento, mas apontou a nova data-limite para o final do mês.

 

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