As divisões de transporte marítimo de contentores da K Line, MOL e NYK, que irão, em Abril próximo, fundir-se na Ocean Network Express (ONE), voltaram a números positivos no segundo trimestre do ano fiscal japonês.

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A área de negócio de contentores (que inclui logística e terminais) da K Line registou, naquele período, 157,3 mil milhões de ienes (1,19 mil milhões de euros) de receitas e um resultado líquido de 2,9 mil milhões (21,9 milhões de euros).

No mesmo período do ano anterior, a K Line reportou um prejuízo de 8,7 mil milhões de ienes (65,6 milhões de euros) e receitas de 124,7 mil milhões (940,4 milhões de euros).

A K Line aumentou, em termos homólogos, os volumes em cerca de 14% nas rotas Ásia-Europa e em cerca de 13% nos tráfegos intra-Ásia. Já no Ásia-EUA, houve um aumento menos marcado de 2%.

A MOL também melhorou o desempenho no segundo trimestre do ano fiscal, tendo registado mesmo o seu primeiro trimestre com lucros desde 2011 (uma série “negra” de 25 trimestres consecutivos com perdas), como assinalou a Alphaliner.

Agora, o volume de negócios foi, no período em análise, de 193,5 mil milhões de ienes (1,46 mil de milhões de euros), contra 145 mil milhões (1,1 mil milhões de euros) no trimestre homólogo do ano anterior. Isso resultou num lucro operacional de 2,1 mil milhões (15,8 milhões de euros), contra um prejuízo 9,7 mil milhões (73,1 milhões de euros) antes.

Já a NYK, que é a maior companhia de transporte marítimo de contentores do Japão e o parceiro maioritário na joint-venture ONE, com uma participação de 38%, foi a mais rentável do trio no segundo trimestre. A companhia registou uma receita de 179 mil milhões de ienes (1,35 mil milhões de euros), com lucros de 7,7 mil milhões de ienes (58,1 milhões de euros). Aqueles valores comparam com prejuízos de 6,5 mil milhões (49 milhões de euros) e um volume de negócios de 139,2 mil milhões (1,05 mil milhões de euros) no exercício anterior.

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