A Urbanos, que detém 49,9% da Groundforce, interpôs uma providência cautelar contra a privatização da TAP, sua parceira na companhia de handling.

TAP - Gateway

A Urbanos entrou no capital da SPdH/Groundforce em 2011 e detém a opção de compra do restante capital social.

Na providência cautelar apresentada junto do Supremo Tribunal Administrativo, a empresa alega não ter sido ouvida antecipadamente sobre o processo de privatização da TAP, diz recear pelo direito de exercer a opção de compra de 100% da SPdH e contesta o facto de a Groundforce estar, na prática, a ser de novo privatizada, quando já o foi em 2003 (na altura, a Globalia comprou a posição que agora é da Urbanos), avança o “DE”.

Note-se que o processo de privatização da TAP, ganho pelo consórcio Atlantic Gateway, envolve até 66% do grupo.

A providência cautelar interposta pela Urbanos surge num momento em que estará finalmente resolvida a questão do refinanciamento da dívida bancária, último obstáculo à entrada de David Neeleman e Humberto Pedrosa na gestão da TAP.

Antes da Urbanos, já o Movimento Peço a Palavra tentou, sem sucesso, travar a privatização da TAP. E Germán Efromovich, candidato preterido, também ameaçou recorrer aos tribunais com o mesmo objectivo.

 

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