Porque o Túnel do Marão custou, afinal, menos à Infraestruturas de Portugal (IP), a UTAP reviu em baixa o valor dos encargos líquidos suportados pelos parceiros públicos com as PPP no ano findo.

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A diferença deve-se à consideração do co-financiamento comunitário à obra do Túnel do Marão, num montante de 75,7 milhões de euros em 2015. Que baixou de 131,9 milhões para 56,2 milhões de euros os custos líquidos suportados pela Infraestruturas de Portugal, explica a UTAP, que sustenta ter recebido aquela informação já depois de publicado o boletim sobre o quatro trimestre de 2015.

Com menos esta despesa, os encargos líquidos globais das PPP para os parceiros públicos caem de 1 597,8 milhões de euros para 1 522.1 milhões de euros, refere a UTAP.

A diferença pode parecer – e é – pouca, mas é a suficiente para que os encargos tenham, afinal, baixado 1% relativamente a 2014, em vez de terem crescido 3% como foi dito, e para que o desvio face ao Orçamento de Estado de 2015 tenha sido de apenas 10%, contra os 16% anteriormente calculados.

 

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