A Vale Moçambique exportou no ano passado as primeiras 140 mil toneladas de carvão de Moatize, através do porto da Beira.

As cargas exportadas – de um total de 620 mil toneladas extraídas das jazidas de Moatize, na província de Tete, foram encaminhadas para o porto através da linha ferroviária de Sena.

A extracção do minério pela subsidiária da brasileira Vale iniciou-se precisamente no ano passado. As cargas já retiradas e exportadas são apenas uma pálida amostra do que será o fluxo regular de carvão, desde Moatize até aos mercados de exportação.

As projecções apontam para que, num ano normal, os seis milhões de toneladas de capacidade da linha de Sena sejam manifestamente insuficientes para escoar a produção de Moatize. Aliás, mesmo que a capacidade fosse o dobro continuaria a não chegar.

Há poucos dias apenas, a Vale chegou a acordo com o governo do Malawi para construir no território um troço de via férrea que permitirá ligar ao Corredor de Nacala e, por ele, ao porto de Nacala, também para escoar a produção de Moatize.

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