O novo terminal de contentores de Valência será adjudicado até Julho de 2019, de acordo com as condições do concurso público aprovadas sexta-feira pela autoridade portuária.

Novo terminal de contentores de Valência adjudicado em Julho de 2019

O concurso para a construção e exploração do novo terminal de contentores será, de acordo com a Autoridade Portuária de Valência (APV), publicado na primeira quinzena de Dezembro. A partir daí, os interessados terão 90 dias úteis (até à primeira quinzena de Maio) para apresentarem propostas. Por fim, em Julho será anunciada a proposta vencedora.

O porto espanhol sublinha que o concurso foi delineado “após uma revisão completa pelos serviços técnicos e jurídicos da APV, pelo Ministério da Justiça e pela Puertos del Estado”. Indica a APV que “foi especificado que as companhias ou grupos já instalados no porto de Valência poderão apresentar-se a concurso”.

Detalha a nota, contudo, que, “no caso de serem vencedores do concurso, para encerrarem por mútuo acordo o terminal actual, terão de propôr o desenvolvimento de um novo terminal com capacidade 50% superior, pelo menos, à actual”. A APV justifica a medida por o objectivo do novo terminal ser o aumento do tráfego.

Por outro lado, explicam que o cálculo dos critérios de avaliação de propostas foi modificado “para torná-lo o mais transparente e objectivo possível”. Assim, a valorização do plano de negócios aumentou “ligeiramente” (para 25 pontos) em relação à proposta económica (reduzida para 75 pontos), “com a finalidade de dar uma consideração mais adequada às propostas que melhor alcanacem a conquista dos objectivos de interesse geral do projecto”.

O conselho de administração do porto valenciano também aprovou na sexta-feira o esboço do plano de negócios da APV para 2019, que inclui os principais investimentos previstos para o período 2018-2022.

 

 

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  1. Enquanto os portos espanhóis crescem os nossos caem a pique no movimento de mercadorias em geral e contentores em particular, a ministra Ana Paula Vitorino teima na sua incompetência em não renegociar as três concessões portuárias, é 1 verdadeira vergonha nacional