Em Fevereiro, os construtores automóveis instalados em Portugal produziram apenas 3 180 veículos comerciais, entre ligeiros e pesados. Menos 1 247, ou 28,2%, que no mesmo mês de 2014.

A PSA de Mangualde, de longe o maior fabricante nacional, é agora o principal responsável pela fraca performance do sector. Seja pela mudança anunciada de modelos, seja pela incerteza que subsiste sobre o futuro da empresa, o facto é que a unidade do grupo Peugeot Citroën produziu somente 2 565 veículos, menos 36,1% do que em Fevereiro do ano passado.

Ao invés, a Toyota Caetano cresceu 89,9% em termos homólogos, de 89 para 169 veículos (145 ligeiros e 24 pesados).

Também a Mitsubishi esteve em alta de 36,8%, tendo passado de 326 para 446 unidades (177 ligeiros e 269 pesados).

No acumulado dos dois primeiros meses do ano, a produção de veículos comerciais em Portugal atingiu os 6 747 veículos (menos 24,3% em termos homólogos), dos quais 6 128 comerciais ligeiros (menos 27,2%) e 69 pesados (mais 25,3%).

A PSA de Mangualde soma 7 711 (menos 33,7%), a Mitsubishi 885 (mais 28,8%) e a Toyota Caetano 348 (mais 120,3%).

 

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