Em Novembro, matricularam-se em Portugal apenas 147 pesados de mercadorias. Um dos piores resultados dos últimos anos e que representa uma quebra de 60% relativamente ao realizado em 2010.

Nenhuma marca escapou ao “afundanço” do mercado. Mas as que perderam mais, em termos absolutos e relativos, foram a Renault Trucks, a Volvo e a DAF. A insígnia do losango foi até quem mais pesados matriculou – 44 – mas +perdeu 61%, ou 69 registos. Os suecos recuaram 60%, ou 41 veículos, para as 27 matrículas. E os holandeses perderam 59 camiões, ou 86%, para apenas dez.

Muito penalizadas foram também a Iveco (menos 79% para quatro matrículas) e a Mitsubishi (menos 60%, para oito).

A perder menos que o mercado, a Mercedes registou 19 vendas (menos 35%), a Scania, 12 (menos 20%) e a MAN 11 (menos 31%).

Desde o início do ano foram matriculados em Portugal 2 544 pesados de mercadorias novos, número que compara com os 2 800 de há um ano.

A Renault Trucks lidera, com 529 matrículas (menos 5%), o que lhe garante, a um mês do final do ano, mais um primeiro lugar absoluto.

À beira de um resultado histórico está a Scania. O quarto lugar absoluto está à distância de apenas uma matrícula. A marca sueca já soma 323 registos, o que representa um crescimento homólogo de 42%.

Em alta, em termos homólogos, estão também a Mercedes (segunda no ranking, com 387 matrículas, mais 29%) e a Iveco (é sétima, com 160 registos, mais 3%). A MAN iguala o registo de há um ano, com 229 matrículas, que agora lhe garantem o sexto posto.

Em perda estão a Volvo (menos 17%, com 340 veículos) e a DAF (menos 39%, com 324).

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