Nos primeiros cinco meses do ano venderam-se em Portugal 719 pesados de mercadorias. Há um ano foram 1 484. A quebra homóloga chega aos 52%.

A Renault Trucks é a líder destacada, com 168 matrículas. Perde 35% em termos homólogos mas consegue, ainda assim, aumentar a quota de mercado para cima dos 23%.

A MAN é a marca que menos vendas perde, em termos homólogos: apenas 17%, agora com um registo acumulado de 112 camiões, que lhe garante uma quota de mercado de perto de 16%.

A Volvo é terceira, com 96 vendas (menos 55%) e cerca de 13% do mercado. A Scania subiu para o quarto lugar, com 70 matrículas (menos 61%) e quase 10% de quota. A Iveco caiu para o quinto posto, com 69 registos (menos 32%) e perto de 10%. A DAF é sexta, com 64 unidades (menos 73%) e uma fatia de 9%. A Mercedes é a marca mais penalizada: caiu mais de 73%, com 60 matrículas e 8% do mercado.

Em Maio, de acordo com os números da ACAP, matricularam-se em Portugal 172 pesados de mercadorias, que comparam com os 243 do mês homólogo anterior.

A quebra (de 29%) só não foi pior porque a Renault Trucks mais do que triplicou as vendas, tendo passado de 19 para 64 veículos. A MAN e a Mitsubishi foram as duas restantes marcas a pisarem terreno positivo: os alemães cresceram 33% para os 24 veículos, e os japoneses avançaram 60% para as oito unidades.

A Volvo matriculou em Maio 22 camiões (menos 58%), a Scania facturou 16 (menos 24%), a DAF 10 (menos 71%), tal como a Toyota (menos 9%). A Mercedes ficou-se pelos nove (menos 82%), e a Iveco deu o maior trambolhão (96%), com apenas um veículo registado.

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