Aprofunda-se a crise no sector do comércio de pesados de mercadorias em Portugal. Em Fevereiro, as vendas recuaram 72%, com 73 matrículas, contra 258 há um ano.

Os resultados de Fevereiro foram muito piores que os de Janeiro, e com isso as perdas acumuladas já chegam aos 54%, com 286 matrículas contra 621 nos dois primeiros meses de 2011.

Ninguém escapou à razia, mas as mais penalizadas foram as marcas que no ano passado conseguiram melhores números. Foi o caso da Volvo, que em Fevereiro de 2011 matriculou 44 pesados de mercadorias e agora se ficou pelos seis (menos 86%). E da Mercedes, que passou de 49 para sete unidades matriculadas (menos 86%). E da Renault Trucks, com 12 matrículas agora e 52 há um ano (menos 77%).

A Scania foi, ainda assim, a marca que mais veículos matriculou no último mês – 18 -, mas caiu 42%. Seguiu-se-lhe a Renault Trucks, com 12; a MAN, com 10 (menos 63%); a Mitsubishi, com oito (menos 20%); a Mercedes, com sete; a Volvo e Iveco (menos 14%), com seis.

No acumulado dos dois primeiros meses do ano, a Renault Trucks mantém a liderança, com 60 matrículas (menos 36%). A Iveco é segunda, e uma das poucas a crescer, com 45 unidades (mais 29%). E em terceiro estão a Volvo e a MAN, ex-aequo com 43 veículos, enquanto que os suecos estejam a perder 53% e os alemães “apenas” 28%.

Ainda mais castigadas neste início de ano estão a ser a Scania e a Mercedes, com 35 e 28 registos, respectivamente. Caem 69% e 73%, pela mesma ordem.

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