Em Novembro, matricularam-se em Portugal 203 pesados de mercadorias, contra os 144 de há um ano. Só a Renault Trucks garantiu mais de um terço do total.

A marca do losango liderou destacada as vendas nacionais no último mês, com um registo de 78 matrículas. Já havido sido assim em Novembro de 2011, mas então apenas contabilizou 46 veículos. Resultado: uma subida de 70%.

Melhor, muito melhor, em termos relativos, fizeram a Iveco e a MAN. A marca italiana cresceu 380%, tendo passado de cinco para 24 vendas; enquanto os alemães galgaram 125%, de 12 para 27.

Em alta, em Novembro, estiveram ainda a Scania (mais 42%, para 17 camiões), a Toyota (mais 33%, para 12 veículos) e a Mercedes (mais 17%, para 14 unidades).

Em baixa estiveram a Volvo (menos 4%, para 26 registos) e a Mitusbishi (menos 38%, para cinco). Sendo que a DAF voltou a ficar a zeros.

Esta recuperação tardia do mercado nacional não chegará para limpar acumular as perdas acumuladas desde o princípio do ano. No final de Novembro, o mercado nacional de pesados de mercadorias valia 1 751 unidades, contra as 2 559 de há um ano. Uma quebra de 32%.

A Renault Trucks é líder destacada, com 484 matrículas. E apesar de estar a perder 9% face a 2011, ainda aumenta a sua quota de mercado, de 21% para 28%.

A MAN é, surpreendentemente, segunda, com 259 registos. Em Novembro ultrapassou a Mercedes e é a única marca a crescer (13%), detendo agora uma quota de mercado de 15%.

Nos lugares seguintes do ranking figuram a Mercedes (247 matrículas, menos 35% e 14% de quota), a Volvo (195, menos 43% e 11% de quota), a Iveco (168, menos 6% e quota de 10%) e a Scania (160, menos 51% e 9% de mercado).

A DAF lidera as perdas (75%), com apenas 82 veículos registados e praticamente um terço (5%) da quota de mercado de há um ano. A Mitsubishi conta 71 camiões (menos 37%) e 4% de quota.

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