As vendas de pesados de mercadorias em Portugal recuaram 29% no ano findo, ficando-se pelas 1 889 matrículas. A Renault Trucks voltou a ser líder e a MAN foi a única marca a crescer, conseguindo com isso chegar ao segundo lugar do ranking.

O resultado de 2012 é de longe o pior dos últimos tempos. No espaço de cinco anos, o mercado nacional de camiões caiu dois terços, das cerca de 5 500 unidades em 208 para menos de 1 900 agora.

A Renault Trucks contabilizou 490 matrículas, menos 10% que há um ano mas o suficiente para manter a liderança e reforçar até a quota de mercado, de 20% para 26%. A MAN foi, pela primeira vez, a segunda marca mais vendida em Portugal, com 275 matrículas, mais 10% que em 2011, e com isso aumentou a sua quota de mercado de 9% para 15%.

A Iveco manteve praticamente o mesmo resultado de 2011 (perdeu uma matrícula a ficou com 191), o que lhe garantiu uma quota de 10% e o ganho de dois lugares no ranking.

A DAF e a Scania destacaram-se nas perdas. A marca holandesa afundou quase 75%, para 82 matrículas, tendo ficado vários meses em branco (situação nunca explicada oficialmente). Já a insígnia sueca, que em 2011 conseguira um forte desempenho, caiu 49% para as 170 matrículas e perdeu mais de três pontos de quota de mercado.

O último lugar do pódio foi ocupado pela Mercedes, com uma quota de 14% (praticamente o mesmo que em 2011) mas com menos 32% de vendas para um total de 268 matrículas. A Volvo perdeu 34%, registou 238 veículos e acabou o ano com cerca de 13% de quota. Mais abaixo, a Mitsubishi perdeu 31% para as 81 matrículas e a Toyota cedeu 25% para as 74.

Em Dezembro, pelo segundo mês consecutivo, o mercado nacional animou-se com uma subida homóloga de quase 25%, tendo atingido as 132 unidades. A Volvo liderou destacada, com 43 matrículas, enquanto a Mercedes matriculou 2           1 veículos, a Iveco 18, a MAN 16, a Scania e a Mitsubishi 10,a Toyota 9 e a Renault Trucks 5. A DAF ficou a zeros.

Comments are closed.