A Brisa quer que a Via Verde possa ser utilizada em todos os transportes públicos até ao final de 2016, com o objectivo de ser uma solução de mobilidade integrada para os clientes nas suas deslocações.

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“Andamos a trabalhar muito para estendermos a Via Verde a todos os modos de transporte”, afirmou o director de marketing da Brisa, Luís D’ Eça Pinheiro, na apresentação do novo posicionamento estratégico da marca Via Verde.

Segundo o responsável, depois das auto-estradas, parques de estacionamento, bombas de gasolina e ferries, a aplicação tecnológica da Via Verde passará a poder ser utilizada nos táxis, transportes públicos e até mesmo em serviços de carsharing, porque “as pessoas utilizam cada vez mais meios de transportes no seu dia-a-dia”.

“Deixamos de estar focados no automóvel e acompanhamos as pessoas nas suas deslocações”, adiantou o responsável pelo marketing, realçando que “a marca se está a adaptar à era da mobilidade”.

Entretanto, a Via Verde aventura-se no negócio do turismo com a oferta de descontos de 20% em portagens e até 20 cêntimos em combustível para os clientes que façam a reserva das suas férias ou fim-de-semana de lazer através do motor de busca agora lançado, que funciona como uma agência para viagens em Portugal.

Em declarações aos jornalistas, Luís D’ Eça Pinheiro explicou que o objectivo do novo serviço é “estimular o tráfego” sobretudo ao fim de semana e, ao mesmo tempo, “promover a migração para a Via Verde”, apesar de não anteciparem os ganhos previstos com esta nova oferta.

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